segunda-feira, 2 de março de 2015


ÁTILA, UMA FRANCESINHA INGÊNUA
               E   UM  LOBO  MAU  TERRORISTA

 


Estarreceu-nos recente documentário da Globo News, em que divulga de forma jornalística como ocorrem os recrutamentos na França de jovens para fazerem parte do jihard na Síria, o famigerado Estado Islâmico – na realidade o mais violento e aterrorizante  braço do islamismo de Osama Beladen.

As ações de virulência desse inominável terrorista prosseguem, infelizmente, rendendo frutos, fazendo proselitismo – como esse que está assustando o mundo  com seus atos de absoluta maldade, espalhando o ódio e o terror entre pessoas, comunidades e nações, espécie de Átila redivivo, aquele personagem terrível da história que tentou destruir a civilização ocidental, representada pelo Império Romano. Pelos malefícios que acarretou, foi considerado o Flagelo de Deus, perseguindo os cristãos e a Igreja Católica.


Pois esse inominável Estado Islâmico, com seus horripilantes mascarados degolando prisioneiros e transmitindo tais cenas pela TV, a praticarem toda sorte de barbaridades – inclusive esses monstros destroçando a bordoadas antigas obras em museus do Iraque e Síria, acervo que constitui o berço da civilização ocidental, a mítica e fabulosa Mesopotâmia.
 
Por tudo isso, a essa pessoas desumanas só cabem uma designação: Flagelo do Diabo. Sim, porque tais carniceiros não têm nada a ver com Deus, que é justiça, amor e esperança, mas com o Demônio, que forja o mal e só dissemina desgraça pelo mundo afora.

O citado documentário, apresentado pela Globo News é de apavorar qualquer criatura que ainda cultive a razão e se atenha às leis morais, com resquícios de justiça e comiseração em sua alma.  

Segundo o documentário, uma jornalista se disfarça para obter dados de como o recrutamento de jovens principalmente na França, rapazes e moças, que optam por lutar nesse “exército maldito”, muito pior do que a vetusta “Legião Estrangeira”. No caso, a jornalista se faz passar por uma candidata a entrar nas fileiras da tal Isa, como esposa de um terrorista. E esclareça-se, sem conhecer o dito cujo, pois tudo é monitorado por “recrutadores”, que têm a função de fazer todos os contatos, ditando os procedimentos que o candidato ou candidata deve seguir, para não serem presos. Nossa jornalista/cobaia obedece rigorosamente às ordens do recrutador, que diz fazer parte de uma irmandade. Quando ela já está na Síria, a última etapa para alcançar os terroristas, certifica-se que, no mesmo hotel em que se hospeda, há uma candidata na mesma situação sua, à espera do contato final. Entra em contato com essa pessoa e, estarrecida, descobre que se trata de uma jovem francesa – e pasmem – de apenas 15 anos, que foi cooptada pelos jihardistas e vai se casar com um dos integrantes da trupe. O absurdo é que ela, segundo esclarece a jornalista, não sabia quem ele era, se solteiro,  quantas pessoas já tinha morto, enfim quem era essa pessoa. A jornalista conversa com a jovem e tenta até dissuadí-la dessa intenção, mas não adianta porque ela está completamente fanatizada pela tresloucada aventura.

O documentário termina com a jornalista encerrando sua participação, até mesmo por questão de segurança pessoal. E fica a interrogação no ar: o que está acontecendo com os atuais jovens do mundo?

Como se explica que uma mocinha francesa  de apenas 15 anos se lance numa aventura escabrosa como essa? O que move um jovem a se tornar terrorista, sair de sua terra natal para converter-se ao islamismo ultra-fundamentalista, a ponto de se tornar até um assassino de pessoas inocentes?

Essas são as perguntas que não nos cansamos de fazer nesse estranho e desconexo limiar de 2015 – haja vista o que sucede em nossa Pátria: um mar de lama (no caso de petróleo), tingindo de vergonha o pavilhão nacional.

Será que estamos sofrendo da síndrome do Estado Islâmico e forças ocultas  – mas nem tão ocultas assim – se apressam por nos enfiar goela abaixo uma ideologia espúria, como aconteceu com a infeliz jovem francesa que, à semelhança de Chapeuzinho Vermelho, se deixou enganar  pelo  velho e surradíssimo feitiço do Lobo Mau e nós, brasileiros inocentes úteis, queremos aceitar essa barbárie social?

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